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Política |

Setor destaca a contribuição do governo para a construção civil 28 de Julho de 2010 |
Com aproximadamente 3 mil obras inauguradas ou em andamento, o Governo do Estado deu uma contribuição significativa para a retomada do crescimento da construção civil em Mato Grosso do Sul. Só a construção de 43.600 casas populares, com R$ 665 milhões de investimento, gerou 33 mil empregos diretos e indiretos. Em três anos e seis meses de administração, o governador André Puccinelli já entregou R$ 1,7 bilhão em obras considerando apenas os investimentos em saúde, segurança, saneamento e infraestrutura. Esta avaliação positiva do segmento é compartilhada por lideranças dos trabalhadores e empresariais do setor. “Vivemos um momento excepcional”, destaca o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, Jary de Castro. “Se antes o problema era a escassez de obras, hoje o empresário enfrenta dificuldades para comprar cimento, material de acabamento e contratar profissionais mais qualificados”.
O cenário também é diferente no lado dos trabalhadores. “Se há quatro anos chegamos a ter 20 mil desempregados, apenas a Capital, atualmente a situação é outra, falta gente para atender a demanda das empresas. Enquanto o piso para pedreiro é R$ 750,00, as empresas estão pagando entre R$ 900,00 e R$ 1.500,00 para não perder os profissionais mais experientes”, destaca o presidente do Sindicato dos Trabalhadores, Samuel da Silva.
Conforme os dados do Ministério do Trabalho, de janeiro de 2007 a junho de 2010, os primeiros três anos e seis meses da atual administração, foram criados 65% mais empregos que os gerados ao longo de oito anos, entre 1999 e 2006. Neste período os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) mostram um saldo (entre demissões e contratações) de 2.441 novas vagas. Entre 2007 e junho de 2010, este mesmo indicador foi de 4.046 vagas.
O dado do IBGE consolidado mais recente, mostra que em 2007 a construção civil tinha em Mato Grosso do Sul 23.221 trabalhadores com carteira assinada, número que saltou a 30.532 em apenas um ano, incremento de 31%. Já a remuneração média de cada trabalhador passou de 1,6 salários mínimos a 2,2 mínimos, conforme a pesquisa. O número de empresas do setor aumentou 14%, de 1.371 a 1.565. |
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