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Política |

Em Dourados, Zeca diz que desonerará pequenas empresas e reduz Fundersul 25 de Julho de 2010 |
Em entrevista a rádio FM Coração, em Dourados onde fez campanha sábado, o candidato a governador de Mato Grosso do Sul Zeca do PT falou de suas propostas na disputa pelo terceiro mandato de governador. Falando para um público de católicos (a rádio é católica), Zeca do PT lembrou que é filho de católicos, estudou em colégio de freiras durante sua infância em Porto Murtinho. “Hoje tenho uma sua vida balizada pela fé, sou um homem temente a Deus”, disse.
O candidato disse que vai investir em infraestrutura e reduzir impostos. Disse que vai reduzir os gargalos de logística que emperram o crescimento do Estado, diversificar os incentivos fiscais para impulsionar a industrialização, desonerar as pequenas empresas inscritas no Simples Nacional e ainda diminuir a alíquota do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário do Estado de Mato Grosso do Sul).
“Quando pegamos este Estado, não existiam estradas vicinais, não se tinham pontes, para escoar a produção era um desespero para o produtor. Em oito anos conseguimos mudar a cara deste Estado. Criamos Agesul, criamos o polêmico Fundersul, e com ele recuperamos todas estradas vicenais”, relembrou Zeca.
Zeca disse também que quando eleito irá retomar o projeto da rota bioceânica, que facilitará o escoamento da produção do Estado até o oceano pacifico, diminuindo a distância com os compradores asiáticos.
PASSEATA
No sábado pela manhã Zeca percorreu o comércio na avenida Marcelino Pires, a principal de Dourados e conversou com eleitores. O candidato a governador percorreu 16 quadras da avenida, cobrindo toda a área central da cidade, acompanhado dos também candidatos Dagoberto Nogueira, Vander Loubet, João Grandão, Laerte Tetila, Dirceu Longhi e Elias Ishy, além da candidata a vice-governadora, Tatiana Azambuja, (PV) e da candidata a suplente de senador Gilda do PT.
Zeca recebeu incentivos durante a caminhada. “Se Deus quiser ele ganha. Esse homem tem que voltar”, disse Manoel de Assis, dono de restaurante. Ele reclamou do arrocho fiscal e da alta carga tributária, que, segundo ele, sufoca a atividade econômica em geral. |
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